Home Agenda

AGENDA

TAMANHO DA LETRA: +A| -a

Psicanalítica em Cena - GÉNESIS VI: 6-7 – TRILOGÍA DEL INFINITO III

Data: 18/09/2017

Local: Centro Municipal de Cultura - Av. Erico Veríssimo, 307 - Menino Deus

Descrição:

Convidamos para o Psicanalítica em Cena de 2017!
Esse ciclo é composto por debates entre atores e psicanalistas da SPPA.

DEBATE: PERFORMANCE E A BELEZA PERDIDA
DEBATEDOR DA SPPA: Cláudio Laks Eizirik
DATA:
18/09 
LOCAL: Centro Municipal de Cultura
(Av. Erico Veríssimo, 307 - Menino Deus)
HORÁRIO: 15h

Atividade Aberta e gratuita!

https://www.portoalegreemcena.com/single-post/2017/08/01/G%C3%89NESIS-VI-6-7-%E2%80%93-TRILOG%C3%8DA-DEL-INFINITO-III-Espanha

 

Espetáculo
GÉNESIS VI: 6-7 – TRILOGÍA DEL INFINITO III
 
Inédita na América Latina, a densa e impactante encenação de Gênesis VI: 6-7 estreou esse ano na Europa e chega ao Brasil através do Porto Alegre em Cena. Terceira parte da Trilogía del Infinito, composta ainda por Esta breve tragedia de la carne e seguida por Qué haré yo con esta espada?, o espetáculo tem como ponto de partida uma passagem extraída do Velho Testamento: “Então arrependeu-se o Senhor de haver feito o homem sobre a terra e pesou-lhe em seu coração. E disse o Senhor: destruirei o homem que criei de sobre a face da terra, desde o homem até o animal, até o réptil, e até a ave dos céus; porque me arrependo de os haver feito.” (Gênesis 6:6,7). Concebido por Angélica Liddell – multitalentosa artista espanhola, mundialmente consagrada e considerada um fenômeno contemporâneo das artes cênicas – o espetáculo da companhia Atra Bilis Teatro (fundada em 1993, junto a Gumersindo Puche e que, em seu nome, alude à bílis negra, substância do corpo humano que na medicina antiga era a causa da melancolia e hipocondria) desvincula-se totalmente do teatro funcional e busca a materialização do símbolo, com o objetivo de devolver ao espectador a intimidade com seus instintos pré-racionais. Obcecada por temas intangíveis e que fogem à razão, tendo como principais pilares criativos a morte, o amor, deus e o sexo, Liddell – dramaturga, atriz, poetisa, diretora e produtora que não impõe barreiras entre obra e vida pessoal – traz à cena o que há de mais perverso no ser-humano: a decadência das instituições e a perda da beleza. Isso é mostrado através de performances inteligentes e bastante controversas que desafiam qualquer categorização de gênero artístico, sempre banhadas numa energia trágica e, principalmente, melancólica